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Devemos revacinar crianças que não apresentarem cicatriz vacinal da BCG?

| 14 nov 2018 | ID: sof-40269
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Crianças que foram vacinadas com a vacina BCG e que não apresentem cicatriz vacinal após seis meses, devem ser revacinadas apenas mais uma vez, mesmo que não apresentem cicatriz novamente.

A presença da cicatriz vacinal é considerada como dose para efeito de registro, independentemente do tempo transcorrido entre a vacinação e o aparecimento da cicatriz. A cicatriz aparece geralmente a partir da terceira semana após a aplicação. Em alguns casos, essa cicatrização é mais demorada, podendo prolongar-se até o quarto mês e, raramente, além do sexto mês.
A vacina BCG é indicada para crianças até os 4 anos, 11 meses e 29 dias para prevenir as formas graves da tuberculose, como a meningoencefalite tuberculosa e a tuberculose miliar.
O esquema de vacinação com a vacina BCG corresponde à aplicação de dose única o mais precocemente possível após o nascimento. A administração da vacina BCG deve ser adiada quando a criança apresentar peso inferior a 2 kg ou quando apresentar lesões graves de pele. A administração da vacina é feita é intradérmica, no braço direito, na altura da inserção do músculo deltoide, essa localização permite fácil verificação da existência de cicatriz.

Bibliografia Selecionada

1. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. [acesso em 04 de jul de 2018]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf
2. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de recomendações para o controle de tuberculose no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. [acesso em 04 de jul de 2018]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_recomendacoes_controle_tuberculose_brasil.pdf
3. Brasil. Ministério da Saúde. Tratamento diretamente observado (TDO) da tuberculose na atenção básica: protocolo de enfermagem. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. [acesso em 04 de jul de 2018]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/tratamento_diretamente_observado_tuberculose.pdf