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SOF - CIAP2

W99 Outros problemas da gravidez/parto Assinar Feed RSS

Existe outra maneira de acompanhar uma gestante com fator RH negativo, além do Coombs Indireto, para prevenir a Doença Hemolítica Perinatal?

Para o acompanhamento de gestante com o Fator Rh negativo em relação ao risco de Doença Hemolítica Perinatal (DHP), algumas referências indicam também a Pesquisa de Anticorpos irregulares (PAi), já que o Coombs indireto indica apenas a presença de alguns anticorpos antieritrocitários, ao passo que a PAi é capaz de identificar e titular os anticorpos […]

Que condutas deverão ser direcionadas para o acompanhamento de gestante com sorologia positiva de toxoplasmose no terceiro trimestre?

No primeiro momento é necessário avaliar a confirmação deste diagnóstico visto que a existência de sorologias prévias e o resultado pormenorizado das sorologias do terceiro trimestre são fundamentais para esse raciocínio clínico. Considerando que essa gestante foi submetida a sorologias subsequentes durante o pré-natal e que inicialmente possuía IgG e IgM negativos, podemos considerar as […]

Em que situações e momento da gestação uma mulher Rh negativo deve receber imunoglobulina anti-Rh?

A imunoglobulina anti-D deve ser administrada em mulheres grávidas D-negativas que estão expostas a células vermelhas do D-positivo fetais, estando em risco para o desenvolvimento de anticorpos anti-D e nas seguintes situações: Entre a 28ª e a 34ª semana de gestação de todas as mulheres com Coombs indireto negativo e com parceiros Rh positivos1,2 Após […]

Como proceder na UBS com uma gestante que relata ser Rh negativo apenas na sua 5ª gestação?

Para a avaliação de uma gestante com história de Rh negativo é fundamental ter um exame confirmatório, saber o fator Rh do pai da criança e acompanhar, se necessário, por meio da verificação do exame de Coombs indireto, a situação sorológica da paciente (com a periodicidade que dependerá de sua idade gestacional). É muito importante […]

Está indicado o uso de AAS na gestante hipertensa?

O uso de antiagregantes plaquetários em pequenas doses diárias (75 a 100mg) tem sido recomendado para gestantes com risco aumentado para desenvolver pré-eclâmpsia (1). Os principais fatores de risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia são primigestação, história prévia ou familiar, hipertensão crônica, diabetes, colagenose, raça negra, obesidade e trombofilias (1). Seguem as recomendações a respeito deste tema na literatura: Segundo o documento VI […]