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        <title>Registros bibliográficos |mh:Gravidez</title>
        <link>https://aps.bvs.br/sof?q=mh%3AGravidez&amp;filter=indexed_database%3A%22SOF%22</link>
        <description>mh:Gravidez</description>
        <lastBuildDate>Sat, 09 May 2026 12:36:41 UTC</lastBuildDate>
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   <title><![CDATA[Quais repelentes podem ser utilizados por gestantes e qual o modo de uso?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Espírito Santo]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1562182</link>
   <description><![CDATA[Os repelentes aprovados e considerados seguros pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso durante a gravidez são os repelentes recomendados internacionalmente à base de N,N-Dietil-meta-toluamida (DEET), icaridin ou picaridin e IR 3535 ou EBAAP(1-3) .A maioria dos repelentes de insetos contém 10-25% de DEET, mas alguns produtos contêm até 99%. Produtos contendo concentrações mais altas de DEET não oferecem maior proteção; eles apenas duram mais: um produto com 10% de DEET oferece aproximadamente 2 horas de proteção, com 20% a duração de proteção é de quase 4 horas e o de 25% fornece até 10 horas de proteção.  No entanto, concentrações de 50% ou mais não aumentam o tempo de proteção(3). Avaliações de segurança e toxicidade de repelentes a base de DEET conduzidas por agencias de saúde pública nacional e internacionais concluem que o DEET tem baixa toxicidade aguda, não representando preocupação significativa para a saúde humana quando usado conforme as instruções, e, portanto, recomendados às mulheres grávidas ou lactentes como proteção pessoal contra picadas de mosquitos, moscas, larvas, pulgas e carrapatos(3,4). Os repelentes com DEET são considerados os mais efetivos contra mosquitos responsáveis pela Zika(1,3), dengue, malária e febre amarela, porque fornecem a proteção mais longa contra picadas de mosquito(2,4,5).]]></description>
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   <pubDate>Wed, 17 Jul 2024 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[Qual a conduta para o binômio mãe-filho frente a um diagnóstico HBsAg positivo durante o pré-natal?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Amazonas]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1562357</link>
   <description><![CDATA[Caso a gestante seja HBsAg positivo, deve ser encaminhada, após o parto, para avaliação em serviço de referência; e, nas primeiras 12 horas de vida do recém nascido, deve-se administrar a Imunoglobulina Humana Anti-Hepatite B (IGHAHB) e a imunização ativa (vacina), com doses subsequentes com um e seis meses, sendo necessária a confirmação da imunidade pós-vacinal pela realização do Anti-HBs, até um ano de idade. O profissional deve encorajar a genitora quanto a importância do acompanhamento das consultas de puericultura, assim como a completar o esquema vacinal da criança.]]></description>
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   <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[No pré-natal de baixo risco quais as recomendações para as consultas na atenção primária?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Bahia]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1361531</link>
   <description><![CDATA[De acordo com o Ministério de Saúde o profissional enfermeiro pode acompanhar inteiramente o pré-natal de baixo risco na rede básica de saúde. As consultas de pré-natal poderão ser realizadas na unidade de saúde ou durante visitas domiciliares. O total de consultas deverá ser de, no mínimo, 6 (seis), com acompanhamento intercalado entre médico generalistas e enfermeiro, além da consulta odontológica e de outros profissionais que se julguem necessários.]]></description>
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   <pubDate>Wed, 30 Mar 2022 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[Gestante pode usar antialérgico?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Bahia]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1359655</link>
   <description><![CDATA[Estudos em animais ou seres humanos revelaram efeitos deletérios sobre o concepto que ultrapassam os benefícios. O fármaco está contraindicado durante a gestação e em mulheres que pretendam engravidar. Essa classificação esta recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), conforme portaria destacada na referência desta teleconsultoria e deve ser utilizada pelos profissionais para tomada de decisão diante da necessidade de prescrever medicamentos para gestante.]]></description>
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   <pubDate>Mon, 28 Mar 2022 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[O que é um luteoma gravídico?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Mato Grosso do Sul]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1281910</link>
   <description><![CDATA[O luteoma é um pseudotumor ovariano que pode surgir durante a gestação. Ainda não se sabe exatamente a causa, mas suspeita-se de uma resposta exagerada do estroma ovariano aos hormônios da gravidez.
Sua incidência é baixa e entre os seus principais efeitos está a virilização materno-fetal em até 1/4 dos casos (aumento de oleosidade da pele, acne, aumento de pelos).
Eles não são malignos e regridem após o final da gestação não necessitando de tratamento específico.
No entanto, deve-se atentar durante a gravidez para a possibilidade de complicações usuais de massas ovarianas, especificamente a torção anexial.]]></description>
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   <pubDate>Tue, 31 Aug 2021 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[Como proceder no caso de gestantes sem comprovação de vacinação contra Hepatite B?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Bahia]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1282259</link>
   <description><![CDATA[Quando a gestante não sabe se tomou a vacina previamente, o Anti-Hbs deve ser coletado. Se o resultado do exame for : HBsAg (-) e Anti-HBs< 10, ela deve receber o  esquema vacinal completo, em três doses.

Caso a gestante nunca tenha recebido a vacina contra a hepatite B, ela deve receber o esquema vacinal em três doses, sendo a 1ª dose (após 14ª semana de gestação), a 2ª (dose após 30 dias da primeira) e a 3ª dose ( após seis meses da primeira).]]></description>
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   <pubDate>Tue, 07 Sep 2021 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[Qual a conduta para lesões herpéticas genitais na gestação no caso de primoinfecção ou recidivante?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Bahia]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1282280</link>
   <description><![CDATA[Na primoinfecção, o tratamento recomendado para as lesões herpéticas na gestação consiste, em qualquer trimestre da gestação, em aciclovir 400mg, por via oral (VO), 3x/dia, durante 7 a 10 dias ou Aciclovir 200 mg, 5x/dia (7h, 11h, 15h, 19h, 23h, 7h…), por 7 a 10 dias. Recomenda-se retorno em uma semana para reavaliação das lesões, podendo prolongar o tratamento se a cicatrização estiver incompleta após 10 dias da terapia. Analgésicos orais podem ser utilizados, caso necessário.]]></description>
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   <pubDate>Tue, 07 Sep 2021 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[Como deve ser a prescrição de ácido fólico e sulfato ferroso durante a gestação?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Bahia]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1282282</link>
   <description><![CDATA[O ácido fólico deve ser prescrito para as gestantes, na dose de400µg (0,4 mg/dia) desde o período pré-gestacional até o final da gravidez. De acordo com a área Técnica de Nutrição e Alimentação do Ministério da Saúde, a orientação em relação a ausência do suplemento na dosagem indicada é que a gestante deve tomar a dosagem de 5 mg ou solução oral de 0,2 mg/ml (40 gotas). Por mais que a dose ultrapasse os valores indicados, os benefícios são maiores que os riscos.]]></description>
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   <pubDate>Tue, 07 Sep 2021 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[Quais anti-hipertensivos podem ser utilizados na gestação?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde Rio Grande do Sul]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.1008835</link>
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   <pubDate>Mon, 12 Aug 2019 00:00:00 UTC</pubDate>
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   <title><![CDATA[Quais vacinas podem ou devem ser administradas na gestação? Quais são os aprazamentos e as situações especiais?]]></title>
   <author><![CDATA[Núcleo de Telessaúde NUTES PE]]></author>
   <link>https://aps.bvs.br/sof/resource/?id=biblioref.referencesource.987404</link>
   <description><![CDATA[A vacinação na gestação tem o objetivo de proteger não somente a gestante, mas também o feto. Não há evidências de que, em gestantes, a administração de vacinas de vírus inativados, bactérias mortas, toxóides (tetânico e diftérico) e de vacinas constituídas por componentes de agentes infecciosos acarrete qualquer risco para o feto. Segundo as recomendações do Programa Nacional de Imunizações, as seguintes vacinas devem ser administradas na gestação: - Vacina contra influenza (fragmentada), dose única recomendada em qualquer período gestacional; - Vacina dupla do tipo adulto – dT (difteria e tétano), após avaliação do histórico vacinal, com intervalo de 60 dias entre as três doses ou obedecendo ao intervalo mínimo de 30 dias, quando necessário, além da dose de reforço a cada 10 anos; - Vacina contra hepatite B (recombinante), três doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda e de 180 dias entre a primeira e a terceira, após o primeiro trimestre de gestação.
Outras vacinas que também podem ser administradas no período gestacional: - Vacina contra raiva humana, em situações de pós-exposição ao vírus; e - Vacina contra febre amarela (atenuada), se o risco de adoecer for maior do que o risco de receber a vacina.]]></description>
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   <pubDate>Mon, 08 Apr 2019 00:00:00 UTC</pubDate>
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